EIS QUE FAÇO NOVA TODAS AS COISAS
Renato Mendes
05/04/2012
“Eis que
Faço nova
Todas as
Coisas”.
O amor
Veio e
Deixou sobre
A terra
A sua marca.
Na natureza,
Nas montanhas,
Nos mares.
Criou tudo
O que é vivente,
Até mesmo o
Homem e
A Mulher,
Como imagens
Fiéis de sua
Semelhança.
Mas o mal veio
E manchou de
Pecado a criação
Tão bela,
Tão esplêndida,
Por pura inveja,
Orgulho de
Querer ser
Melhor que
O Criador.
Mas o amor
Não se conteve.
Seu desejo
Pelo beleza da
Paz e da pureza
Era tão intenso
Que veio
Novamente,
Agora sobre
A forma de
Uma criança puríssima,
Filho de uma mãe,
Também puríssima,
Que acolheu em
Sua simplicidade e
Jovialidade a
Vontade dos céus,
Anunciada pelo
Anjo que foi.
O amor se
Fez humano
Para tomar
Sobre si
A fragilidade da
Carne,
Para tomar
Sobre si
O orgulho do
Coração humano
E, através disso,
Ultrapassar os
Limites do pecado.
Mas o vil mal
Tentou de todas
As formas
Combater a
Docilidade e a
Meiguice do
Jovem e belo amor,
Levando-o inclusive
À morte vergonhosa
De cruz,
Tal qual os
Piores ladrões da
Época morriam.
Com a morte
Do amor,
O mal achou
Que havia ganho,
Que tudo mais
Não tinha
Mais volta.
Ele tinha vencido
O poderoso amor.
“Mas a pedra que
Prendia o amor
No terceiro dia rolou,
A Morte não o
Segurou”.
Era o fim
Do poder do mal:
O amor venceu a morte,
O amor ressuscitou.
A vida, que parecia,
Para sempre condenada,
Amaldiçoada
Voltou a ter
A benção da alegria.
Foi ressurgida com
Que há de mais belo.
A esperança voltou.
Da beleza do amor
Que venceu
A morte,
Tudo se fez
Novo de novo.
Sem o amor,
Nada mais
Tem sentido.
Nada mesmo.
Nestes dias pense
Com carinho
Que o sangue do
Cristo Jesus
Reconquistou
Nossa alma para o bem.
Reconquiste
A sua também.
Ao nosso ouvido
O cristo sussurraria
“Eis que faço
Nova todas
As coisas”(Ap 21,5).
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